Estou para escrever esse post há alguns dias....
Quantas vezes falamos “Mãe” ao longo da vida? Acho que é simplesmente impossível contar. Essa palavra tão corriqueira é empregada milhares de vezes desde a nossa mais tenra infância. Chamamos a mãe quando estamos doentes, quando queremos um colinho, quando queremos saber se podemos ou não fazer alguma coisa, quando queremos compartilhar uma vitória ou receber o consolo na derrota e até quando queremos saber onde-está-o-vestido-verde-que-queremos-usar-na-festa-da-Fulana... Falamos às vezes em tom de amor, outras (em especial na adolescência) em tom de revolta, em tom de orgulho...
O dicionário traz as seguintes definições “1. Mulher, ou qualquer fêmea, que deu à luz um ou mais filhos. 2. Pessoa muito boa, dedicada, desvelada. 3. Fonte, origem, berço.” Na minha opinião, todas muito aquém do “cargo”, diríamos assim. Ser mãe é ser amiga, é ser compreensão, é ser amor puro e irrestrito, é ser porto seguro. Mas isso, todo mundo sabe.
O que eu não sabia é a força que essa palavra pode adquirir e a emoção que ela carrega quando ouvimos pela primeira vez um simples e doce “Mamã”, vindo do nosso próprio filho. Juro, não há nada que se compare a isso e nunca estamos preparadas o suficiente para esse momento.
Sou a “mamã” mais feliz do mundo!
Ai, que delícia! É bom demais escutar esta palavrinha vinda de boquinha tão pequenina, não? Beijocas em vcs dois.
ResponderExcluiré uma delicia, mesmo!
ResponderExcluirE o melhor é que essa emoção continua invadindo sempre, mesmo depois de meses (ou anos?) do primeiro mamã. beijos