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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Fofo, fofo, fofo!

I
Mãe: - Filho, a mamãe e o papai vão trabalhar e o Pequeno vai para a casa da...
Filho: - Bobó!
Mãe: - E quem vai estar lá na casa da vovó?
Filho:- Bobó! Bobô! Babú! Didi! Bubú! Bapo! Tetê!
(tradução: Vovó!, Vovô!, Babá Zú (minha madrinha Zú, que ele chama de Babá Zú), Didi (meu irmão Didi), Juju (minha irmã Juju), Bapo! (cachorro Napo), Tetê! (Tereza, empregada))

II
Mãe: - Que música você vai cantar para a vovó?
Filho: - Neném.
Mãe: - Então, vamos lá! “Pois eu estou sequinho como sempre, com toda a liberdade para te abraçar. Com a Turma da Mônica o conforto é garantido. Aí eu digo o bumbum pode respirar!” Respira...
Filho: Bumbú (tradução: bumbum!)

III
Mãe: - Como o cachorrinho faz?
Filho: - Uau-uau.
Mãe: - Como o macaco faz?
Filho: - A-A-A
Mãe: - Como o cavalo faz?
Filho: (faz aquele barulhinho de cavalo com a boca)
Mãe: - E a vaquinha?
Filho: - Búúúúú.
Mãe: - E o passarinho?
Filho: Piu, piu, piu

E a brincadeira segue, com perguntas sobre outros bichinhos que ele já conhece e imita. Até que a mamãe decide inovar e pergunta:

Mãe: - E o dromedário, filho? Como é que faz?
Pequeno faz uma pausa rápida e responde, decidido, com um barulhinho inventado. E a criatividade – e a cara de pau – se repete com qualquer bichinho sobre o qual ele sequer ouviu falar: ornitorrinco, dragão, rinoceronte, búfalo... Sempre com barulhinhos diferentes, um para cada novo bichinho.

“É, mamãe, pensou que ia me pegar?”