segunda-feira, 4 de maio de 2009

Medinho bom

Acho que uma coisa é comum a toda mulher grávida, ou pelo menos a todas as mamães de primeira viagem: o medo do parto. Será que vou conseguir? Vai doer? Vai correr tudo bem? Essas e centenas de outras perguntas se acumulam em nossas mentes com cada vez mais intensidade quando o nascimento do bebê vai se aproximando.

Que grávida não buscou ferrenhamente na internet por relatos de partos de outras pessoas para ver como elas se saíram e saber o que esperar? Que grávida não ficou viciada em programas como “Nascimentos”, “A história de um bebê” ou “A chegada do bebê” (para o grande tédio de seus maridos que nunca conseguiam que a TV saísse do canal 55)?

Comigo não foi diferente. Sentia uma grande ansiedade em relação ao parto, mas desde o primeiro dia da minha gravidez decidi que, se tudo corresse bem, iria optar pelo parto normal.

Sempre quis que o meu bebê pudesse escolher quando nascer e a idéia de ser pega de surpresa também sempre me pareceu melhor do que ter uma data marcada para passar por uma cirurgia. Então, cesariana, para mim, só em caso de necessidade para segurança minha e do meu bebê.

Felizmente, a minha médica também é uma defensora do parto normal e nas semanas que antecederam ao parto, pacientemente me recebeu em seu consultório com enorme freqüência (como ela achava que o meu pequeno podia vir ao mundo a qualquer momento, no final da gravidez decidiu me ver umas 2 vezes por semana!).

No dia 22 de outubro, contrariando as expectativas de toda a família, lá estava eu, linda, loira e barriguda, na festinha de 4 anos da minha afilhada! Estava me sentindo ótima, sem nenhum incômodo. Comi todo o tipo de guloseima comum às festas infantis, conversei, andei de um lado para o outro... Mal sabia eu que menos de 24 horas depois teria meu pequenino nos braços!

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